Como escolher um lubrificante íntimo (e por que o registro na Anvisa importa)
Base de água, silicone ou óleo: o que muda, o que combina com preservativo e como conferir se o produto é regularizado.
Para que serve um lubrificante
Lubrificante íntimo não é sinal de problema. Ele reduz o atrito, deixa o toque mais confortável e é aliado em várias fases da vida, como pós-parto, amamentação, menopausa ou uso de alguns remédios que causam ressecamento.
Usar lubrificante é uma escolha de conforto, assim como usar um bom hidratante no corpo.
Base de água
É a opção mais versátil. Combina com preservativos de látex e com a maioria dos acessórios, é fácil de lavar e não mancha o lençol. A desvantagem é que seca mais rápido, então pode ser preciso reaplicar.
Base de silicone
Dura mais tempo e funciona bem na água, como no banho. Também é compatível com preservativo de látex. Evite usar com acessórios de silicone, porque ele pode danificar o material com o tempo.
Base de óleo
Óleos corporais são ótimos para massagem, mas não devem ser usados com preservativo de látex, porque enfraquecem a borracha e aumentam o risco de rompimento. Para a área íntima, prefira produtos feitos para esse uso.
Confira o registro na Anvisa
Lubrificantes íntimos são produtos regulados. Antes de comprar, procure o número de registro ou notificação na embalagem e confira no site da Anvisa. Em 2026 a agência determinou a retirada de mais de 150 géis irregulares do mercado.
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Quando procurar um médico
Se houver dor, ardência ou coceira que se repete, o lubrificante pode não ser a solução. Procure um ginecologista ou urologista: dor na relação tem causa e tem tratamento.
Conteúdo informativo, que não substitui orientação médica ou psicológica.